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CUTUCA MEU PEITO INCUTUCÁVEL (2017)

A paixão é uma casa feita na beira da encosta. É barco navegando à deriva. É o inacessível juízo, emergente. É súbita combustão, o fogo espontâneo nascendo da pele, eriçando os pelos. É feita de versos, castelo de areia. É uma ordem, uma sentença e uma pena. E se for veneno, desce uma dose aí... 
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BATENTE DE PAU DE CASARÃO (2015)

A história deste disco começa no Sítio dos Grossos, em São José do Egito, Pernambuco. Em 1942, na terra dos maravilhosos vates do repente, onde quem não é poeta é louco e quem é louco faz poesia, nasceu meu pai. De lá vieram os nomes quase sagrados de Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú pousar humildes, silenciosos e agigantados na minha infância, trinta e oito anos depois e a mil e quinhentos quilômetros distante, em Brasília. 
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Eu venho vagando no ar - Capa (Pavel Horak).jpg

EU VENHO VAGANDO NO AR (2010)

Que nem um perfume caro, andava trancafiado, e, na primeira amostra, só esbanjou qualidade. Assim, ou quase assim, é a boa impressão que nos causa o disco "Eu venho vagando no ar" – bem dizer, uma cacimba de verdade autônoma – produzido, cantado e respirado pelo brasiliense Túlio Borges.
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